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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Oportunidade de estágio para estudantes de Jornalismo

Daiana Carvalho – 2º semestre

O laboratório de TV da Unisul campus de Tubarão realiza nesta sexta-feira, 6 de agosto, das 14 às 18 horas, seleção de alunos para estágio remunerado.

Para participar do processo de seleção, o acadêmico deverá estar matriculado no curso de Jornalismo e ter cursado a disciplina de Jornalismo em TV.

A seleção dos candidatos será no laboratório de TV da universidade, coordenado pelo professor Ronaldo Amorim Sant’Anna, um dos responsáveis pelo processo de escolha.

O trabalho a ser desenvolvido pelos estagiários selecionados é supervisionado e direcionado para a produção de matérias para o programa jornalístico Câmera Aberta, da Unisul TV.


Mais informações no laboratório de TV ou pelo telefone (48) 3621.3304.

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ildo Silva e a dinâmica vida de um jornalista

Lilian Demo - 1º semestre

Nascido e criado na região metropolitana de Porto Alegre e filho de um funcionário público, Ildo Silva da Silva chegou a fazer dois cursos técnicos na escola agrícola onde o pai trabalhava. O Jornalismo, porém, era o objetivo do jovem, que se formou na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul.

A carreira construída ao longo dos anos é cheia de histórias e curiosidades, como ele mesmo costuma falar: “No Jornalismo, cada dia é um dia novo e diferente. Então, é normal que se viva pelo menos uma nova história a cada dia”.

No ano de 1988, o jornalista, ainda recém formado, trabalhava como editor assistente do telejornal Brasília Sete e Trinta, da TV Manchete. Assumiu a responsabilidade de coordenar os trabalhos da equipe que fez a cobertura da promulgação da nova constituição brasileira, depois que o editor-chefe teve que ser submetido a uma cirurgia de emergência. “Conhecia todos os repórteres, toda a equipe e talvez por isso não tenha entrado em pânico naquele momento, mas confesso que foi realmente muito assustador”.



Em 1989, na época da eleição presidencial, Silva ainda fazia parte da equipe de edição do Brasília Sete e Trinta e conversava com os candidatos no café da manhã logo após o programa. “Uma vez me chamou a atenção a ingenuidade do Lula em um dos discursos. Ele disse que se todos os barbudos entrassem para o PT, ele já teria um grande partido. Eu achei lamentável. Foi ingenuidade e fez bem para ele ter perdido as eleições. Caso contrário, ele não teria se preparado e o Brasil não estaria preparado para ele”.

Em outra ocasião, desta vez já mais experiente e ocupando o cargo de chefe de reportagem, foi encarregado de coordenar os trabalhos na cobertura da posse do primeiro presidente eleito no Brasil após a Ditadura, Fernando Collor. “Lembro que eu chamei a repórter Tânia Viegas e mandei para a frente da Casa da Dinda, que é a residência da família do Collor. Ela ficou injuriada comigo, porque era praticamente uma hora de viagem da redação até a casa. Convenci essa repórter que era o melhor lugar, ainda que nem eu mesmo acreditasse nisso”. A ousadia, segundo ele, valeu a pena, pois a TV Manchete foi a única emissora a transmitir ao vivo o primeiro pronunciado de Collor como presidente do País.

Um dos maiores desafios da vida profissional talvez tenha sido quando, em 1998, a direção da TV Brasília o chamou, uma semana antes da eleição, questionando se era possível fazerem 24 horas de programação ao vivo. Nesta ocasião, a emissora se dispôs a financiar a busca por novos profissionais e equipamentos, para tornar possível essa empreitada. “Eu ganhei carta branca para fazer tudo que precisasse em uma semana para que no domingo seguinte fizéssemos a cobertura da eleição ao vivo 24 horas. Foi trabalhoso e principalmente foi muito dinheiro envolvido, mas conseguimos. Ficamos das 7 da manhã à 1 da manhã do dia seguinte ao vivo. Meus colegas da Rede Globo saíam do trabalho e iam para a nossa redação ver como estávamos conseguindo fazer tudo aquilo”.

O jornal impresso também teve momentos memoráveis. A fuga do Presídio Central de Porto Alegre, ocorrida em 1980, foi um destes. Na época, cerca de meia dúzia dos mais perigosos e poderosos presidiários fugiram, levando reféns. Eram, na maioria, assaltantes de bancos condenados a cerca de 180 anos de cadeia cada um. Depois de um dia inteiro de negociações, os criminosos deixaram a prisão, dando início a uma perseguição pelas ruas da cidade. “Foram momentos de muita tensão, união entre a imprensa e muita preocupação. Também o medo de eles pegarem mais algum refém. Foi uma coisa horrível”.

Histórias e desafios não faltaram na vida e na carreira de Silva, que atualmente é diretor geral da Unisul TV, do projeto de instalação da Rádio Universitária Unisul FM e professor da universidade.

Atualizado às 22h09min do dia 19/05.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Rafael Matos: Jornalismo em todas as versões

Lilian Demo - 1º semestre


Rafael Matos passou por todas as principais áreas de atuação no Jornalismo. Fez parte de assessorias de imprensa, rádio, jornal impresso, portais online e telejornalismo. Trabalhou em grandes empresas do ramo, mas, com a vontade de expandir os conhecimentos na Língua Inglesa, decidiu mudar-se para o Canadá, onde permaneceu por cerca de um ano e meio estudando e trabalhando em um jornal da região. Ainda no exterior, deixou de lado os editoriais de esporte, que durante muito tempo foram o foco da carreira.

A volta a Tubarão e as novas oportunidades que surgiram fizeram com que Matos mudasse completamente o rumo da vida profissional. O jornalista formado em 1996, na primeira turma do curso de Comunicação Social - Jornalismo da Unisul campus de Tubarão, agora é professor do curso em que se formou, diretor de Jornalismo da Unisul TV e blogueiro independente.

Você trabalhou na RBS TV há alguns anos. Como está sendo essa volta para a televisão?

Eu já trabalhava em jornais em Criciúma e Araranguá desde 1990. Então, tive a oportunidade de trabalhar na RBS. Comecei lá uns três meses antes da formatura, em 1996. No ano de 2000, eu saí para trabalhar em rádio e depois voltei para o jornal, em um projeto de um terceiro jornal diário em Criciúma. Depois disso é que me mudei para o Canadá, fiquei lá um ano e meio. Queria estudar Inglês e morar no exterior.

Você chegou a trabalhar na área de comunicação no Canadá?

Sim. Trabalhei em um jornal de Língua Portuguesa lá chamado “Negócios”, que era voltado para comerciantes portugueses da região de Toronto, que é onde eu morava. Em 2003, voltei ao Brasil para morar em Tubarão e trabalhar exclusivamente na Unisul. Fui coordenador de Jornalismo da AGCOM, fui para o antigo SIC (Sistema Integrado de Comunicação, atual Comunicação & Marketing – C&M) e hoje eu estou na televisão. Para mim, ter voltado para a televisão foi natural. Eu nunca escolhi mídia ou disse: “Ah, eu só queria trabalhar se for nessa mídia”. Para mim, tudo é Jornalismo.

Como é o seu trabalho como diretor de Jornalismo da Unisul TV?

O trabalho é tentar primeiro manter uma linha de trabalho responsável. Desde a inauguração, o reitor sempre disse: “A TV não é da Unisul, a TV é da comunidade”. Manter essa linha editorial e tentar aprimorar dentro do possível alguns programas que de são de minha responsabilidade. Hoje, eu acabo fazendo também a parte de comentários políticos dentro da programação.

Você tem um blog bastante conhecido. Como surgiu a ideia de criá-lo?

Quando surgiram os blogs, resolvi criar um para escrever coisas normais. Depois, eu comecei a usá-lo para publicar trabalhos dos alunos e ter um lugar para centralizar o que eles produziam nas aulas de rádio e de telejornalismo. No ano passado, comecei a puxar o blog também para o meu lado profissional. Como jornalista, levando informações da política da cidade e da região, mas sem perder também foco nas aulas, através das opções do menu, onde existem links para trabalhos dos alunos, além do serviço que eu realizei no UnisulHoje, no antigo SIC e para a TV, que é onde eu trabalho hoje. Mantendo o lado profissional e nas aulas.

Você direcionou a sua carreira um pouco para o lado político, pelo que se pode perceber pelo blog. Como surgiu esse interesse pela política?

Sempre trabalhei com esporte ou editoria geral. Na RBS, comecei com geral e depois fui para o esporte e fiquei uns seis ou sete anos. Na Unisul TV, surgiu uma oportunidade de mediar os debates políticos e daí as coisas foram acontecendo.

Na sua opinião, essa questão da notícia através de blogs e sites na Internet deixa o jornalista mais com a contextualização da noticia?

Com certeza. Porque o fato em si qualquer um pode noticiar, divulgar. Há um ano ou dois, eu publiquei um artigo em um portal de Criciúma sobre isso. Hoje em dia, não tem mais tornado do que antigamente. Existe mais celular para as pessoas registrarem. Deu um temporal ali, qualquer um vai registrar com um celular e colocar na Internet. E
achamos que tem mais temporal, mas não: sempre teve temporal. Só que há seis ou sete anos não tinha tanto celular com câmera, não tinha Twitter. Ontem à noite (a entrevista foi realizada no final de abril), por exemplo, um deputado estadual catarinense foi assaltado em uma rua de São José. Na hora, ele avisou pelo Twitter. Coincidiu que eu estava na Internet em casa e na hora eu fiquei sabendo. Não é que tem mais assalto. O que acontece hoje em dia é que as pessoas contam mais. Ele foi assaltado e contou.

A questão da violência. É grande o número de jornalistas presos ou mortos por milícias. O que você pensa sobre isso?

O que difere o jornalista de uma pessoa comum é a capacidade de contextualizar que a maioria talvez não tenha. Temos que ter a consciência de que não é uma cobertura normal. É uma situação quase de guerra civil e o jornalista tem que se proteger, usar um colete à prova de balas para subir o morro. Tem que cuidar de si próprio. Um caso que eu me lembro é o do José Hamilton Ribeiro. Ele é jornalista, trabalha para o Globo Rural e perdeu uma perna cobrindo a Guerra no Vietnã. Tem uma frase que ele sempre fala e agora, se eu não me engano, o genro dele foi cobrir a guerra do golfo e a mensagem que ele deu para o genro dele foi a seguinte: “Jornalista bom volta vivo. Não adianta ir para guerra morrer, virar herói e não voltar para contar a história. Jornalista bom volta para contar a história”. É muito importante a segurança. Não tem sentido entrar no morro, se sujeitar a situações de risco e não voltar para contar a história.

Foto: Tubacity.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

O trabalho da AGCOM

Matéria de Fabíola Oliveira sobre o trabalho da AGCOM para a Unisul TV.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Caros colegas da Unisul TV

Acompanhamos durante todo o dia de ontem a cobertura das eleições – A hora do voto – pela Unisul TV e não podemos deixar de externar a satisfação pelo belo trabalho realizado. Um progresso incomensurável comparado à cobertura das eleições de 2006, que já foi brilhante, dado o pouco tempo no ar e estrutura disponível na ocasião.

Parabenizamos a toda a equipe da Unisul TV pelo trabalho e pela dedicação percebida, sob a coordenação dos competentes professores Ildo Silva e Rafael Matos.

Não podemos deixar de mencionar, em nome do Curso de Comunicação Social da Unisul, campus de Tubarão, o orgulho de ver nossos alunos participando ativamente da cobertura, através da parceria realizada, mostrando os talentos e competências que o curso está formando.

Esta parceria engrandece o nosso curso, mas, sobretudo, serve de vivência prática aos nossos alunos, além de contribuir para a sua formação cidadã ao participar da prestação de um serviço público de informação e de democracia, missão da nossa profissão e, por conseguinte, da nossa Unisul TV.

Saímos todos, alunos, professores, equipe da Unisul TV e comunidade, mais ricos deste processo, com certeza.

Agradecemos sinceramente a oportunidade do exercício profissional e a acolhida dos nossos alunos, esperando continuarmos a parceria em outros eventos.

Forte abraço

Darlete Cardoso
Coordenadora do Curso de Comunicação Social
Unisul - Campus de Tubarão
Fones: (48)3621.3092 - 3621.3094

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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Cobertura das Eleições 2008

A coordenação do Curso de Comunicação Social da Unisul, campus Tubarão, comemora outra conquista: a parceria para a cobertura televisiva das eleições municipais no sul do Estado.

Mais de 20 alunos do curso de Jornalismo apoiarão a cobertura da Unisul TV, produzindo e apresentando boletins com informações da votação e apuração das eleições nos principais municípios, de Garopaba a Araranguá.

Os alunos de Jornalismo vão entrar durante toda a programação da Unisul TV no dia 5, domingo, que vai ao ar das 7 às 20 horas.

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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Lançamento da campanha Faz Bem Fazer o Bem!

por Mariana Alcântara

O lançamento da campanha dos alunos da 5ª fase de Publicidade e Propaganda foi bastante comentado no curso. Vários professores aderiram à campanha e agasalhos já começaram a ser doados.

Fotos James Eyng








Os alunos e professores tem até o dia 16 (terça-feira) para fazer suas doações. A campanha tem apoio da UnisulTV e DeltaPrint e é realização do Curso de Comunicação Social da Unisul.

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