Com três votos favoráveis à manutenção do diploma como requisito para a emissão de Registro Profissional para jornalistas, terminou o julgamento da Ação Civil Pública, em São Paulo. Após a longa leitura do voto do relator, as juízas Alda Basto e Salette Nascimento acompanharam-no em seus votos. Todos os jornalistas que estavam acompanhando o julgamento seguiram em passeata da sede do TRF-3 até o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Mais informações no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina (http://www.sjsc.org.br)
quarta-feira, 26 de outubro de 2005
Morte de jornalista completa 30 anos


Luiz Henrique Fogaça (4º semestre)
Na última semana fez 30 anos que o jornalista Vladimir Herzog, conhecido como Vlado, faleceu. Na noite do dia 24 de outubro de 1975, o jornalista foi ao prédio do Dói-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna) para prestar esclarecimentos sobre sua atividade política. De lá não saiu com vida.
Ligado ao PCB (Partido Comunista do Brasil), o jornalista era na época diretor de jornalismo da TV Cultura, estatal paulista. Depois de fechar o jornal noturno da emissora, foi ao prédio "dar explicações". Seu corpo foi apresentado à imprensa pendurado em uma grade pelo pescoço por um cinto, no dia 25. A grade era mais baixa que a altura do jornalista. Mesmo assim, a versão oficial era de suicídio.
O suposto crime cometido pelo poder público gerou indignação entre opositores do regime militar, que se repetiu cerca de três meses depois com a morte, em circunstâncias semelhantes, do operário Manuel Fiel Filho. A Justiça admitiu a culpa da União pela morte de Herzog pela primeira vez em 1978. Quase dez anos depois, em 87, foi decidido que haveria uma indenização à família do jornalista, que só foi paga no fim do governo de Fernando Henrique Cardoso.
Herzog virou um símbolo da luta pela liberdade e a defesa dos direitos humanos, em especial para outros jornalistas. O seu nome batizou centros acadêmicos de várias faculdades de jornalismo no país e o principal prêmio de direitos humanos dado a profissionais da área. Apesar de destacar a importância do caso para que a sociedade pressionasse os líderes do regime militar, exigindo a abertura política, a lição dada pela morte de Herzog ainda não foi absorvida pela sociedade brasileira.
Livro de José Henrique será lançado dia 10
No dia 10 de novembro, às 20 horas, no Centro Municipal de Cultura de Tubarão, o professor José Henrique de Souza estará lançando o seu segundo romance: "De volta ao Farol - A lenda da borboleta azul". O livro é a continuação de "A energia do Farol de Santa Marta".
Mostra de vídeo universitário
Estão abertas até 14 de novembro as inscrições para a 4ª Mostra Nacional de Vídeo Universitário em Mato Grosso. Informações no endereço www.ufmt.br ou pelo telefone 65-3615-8377.
segunda-feira, 24 de outubro de 2005
Pedrinho Guareschi fecha semana acadêmica de comunicação
Convidado para encerrar a IX Semana Acadêmica da Comunicação, o Phd em Psicologia Social e Comunicação abordou diversas áreas da comunicação social.
O filósofo e teólogo Pedrinho Guareschi, doutor (Ph.D.) em Sociologia e Comunicação, fechou a IX Semana Acadêmica de Comunicação Social na noite de sexta-feira, 21. Em sua palestra, que lotou o auditório do Cettal, disse que “a essência da ética é escutar o outro”. E ainda, falando sobre sensibilização, mídia, democracia e cidadania, contou que comunicar é expressar, interagir e envolver. “E porque não dizer, comunicar é seduzir”.
Para Guareschi, todo cidadão tem direito à comunicação, por qualquer veículo de transmissão que informa. Sugeriu também a idéia de criação de uma nova praça de discussão nacional, onde haveria um novo meio de fiscalização da notícia, sendo realizada pela massa nacional.
O palestrante ainda afirmou que só a análise crítica da mídia pode, diante da atual crise brasileira, reformulá-la, levando em consideração os diferentes meios de comunicação e os diferentes tipos de percepções das informações.
O filósofo e teólogo Pedrinho Guareschi, doutor (Ph.D.) em Sociologia e Comunicação, fechou a IX Semana Acadêmica de Comunicação Social na noite de sexta-feira, 21. Em sua palestra, que lotou o auditório do Cettal, disse que “a essência da ética é escutar o outro”. E ainda, falando sobre sensibilização, mídia, democracia e cidadania, contou que comunicar é expressar, interagir e envolver. “E porque não dizer, comunicar é seduzir”.
Para Guareschi, todo cidadão tem direito à comunicação, por qualquer veículo de transmissão que informa. Sugeriu também a idéia de criação de uma nova praça de discussão nacional, onde haveria um novo meio de fiscalização da notícia, sendo realizada pela massa nacional.
O palestrante ainda afirmou que só a análise crítica da mídia pode, diante da atual crise brasileira, reformulá-la, levando em consideração os diferentes meios de comunicação e os diferentes tipos de percepções das informações.
sexta-feira, 21 de outubro de 2005
Workshop discute legislação e jornalismo

Leonardo Mendes (4º semestre)
A questão jurídica nos textos jornalísticos foi um dos assuntos apresentados nos “workshops” da quinta-feira, 20. O evento ocorreu no bloco H do Cettal e fez parte da IX Semana Acadêmica do Curso de Comunicação Social da Unisul.
O professor Ildo Silva foi o responsável pela palestra, que discutiu temas como a nova Lei de Imprensa, direitos de imagem, novo código civil, entre outras questões ligadas aos aspectos legais da profissão.
Segundo Ildo, é fundamental ao repórter o conhecimento das leis que regulamentam a atividade jornalística. “O jornalista não pode comprometer o veículo para o qual trabalha cometendo um crime de informação, por desconhecimento legal”.
A Semana Acadêmica se encerra nesta sexta-feira, 21 de outubro, com a palestra ministrada pelo professor da PUC/RS, Pedrinho Guareschi.
Consumo e Cidadania: egocentrismo, narcisismo e individualismo

Artur Zingano Jr. (4º semestre)
De acordo com Beth Goidanich, professora de Publicidade e Propaganda que desenvolveu o tema Consumo e Cidadania no quarto dia (quinta-feira, 20) da IX Semana Acadêmica de Comunicação Social, os valores dominantes em nossa sociedade, atualmente, são o egocentrismo, o narcisismo e o individualismo.
A avaliação é fruto da pesquisa de mestrado da professora. “Pesquisei entre jovens e adolescentes de escolas públicas e particulares, seus relacionamentos com o consumo e a cidadania”, informa.
A palestra, ocorrida dentro dos workshops de professores pesquisadores, foi realizada no bloco H do Cettal da Unisul, campus Tubarão.
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