quarta-feira, 28 de março de 2007

Cacos agita calouros e veteranos na VI Comunicachaça

Ioton Neto (1º semestre)


O Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacos) da Unisul promoveu na última sexta-feira, 23, a VI Comunicachaça.

O evento organizado pelo presidente do CA, Luiz Henrique Fogaça, tinha como objetivo promover a integração dos calouros e dos veteranos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda. A festa ocorreu no bar Alivia a Cuca e agitou a galera durante a noite de sexta feira.

A festa alcançou a sua sexta edição e contou com aproximadamente 60 pessoas, que aproveitaram muita música, dança e bebida gelada.



A Comunicachaça desse semestre contou inclusive com a cobertura da Unisul TV.

“A festa teve o seu objetivo alcançado, que era integrar todos os semestres do curso e também proporcionar um círculo maior de amizades”, diz Fogaça.

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Comunicação em ação agita acadêmicos de Jornalismo e PP

Ioton Neto (1º semestre)

O projeto Comunicação em Ação, desenvolvido pelos alunos e professores do Curso de Comunicação Social da Unisul – habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda – mostrou os bastidores de programas de televisão e de rádio no Farol Shopping na tarde e noite de sábado, dia 24.

Quem passou por lá teve a oportunidade de conhecer e até mesmo participar das diversas atividades oferecidas pelo curso. Foram montados no local estúdios onde foram “simuladas” gravações de comerciais, programas de rádio e televisão. O público presente teve a chance de saber como funciona o processo de realização das atrações exibidas nos veículos de comunicação. O evento fazia parte da programação da comemoração dos 15 anos do curso na universidade.

A Agência Modelo de Comunicação Integrada (Agcom), presente no local, mostrou à comunidade um pouco do trabalho desenvolvido pelos alunos que fazem parte da agência, como apuração de reportagens.

Durante o evento foram gravados programas para a Unisul TV. Um deles contou com a participação de ex-professores da universidade que compartilharam com o público um pouco da história do curso de Comunicação Social.

O programa realizado pela Unisul, “Câmera aberta”, exibido todos os dias na Unisul TV, teve uma gravação especial no Farol Shopping. Neste programa pode-se presenciar passo a passo a história dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

“Foram várias atividades desenvolvidas durante a noite. O projeto cumpriu o objetivo que era levar o curso ao conhecimento do público, movimentar o Farol Shopping e também levar os alunos ao exercício da profissão”, disse a coordenadora do curso Darlete Cardoso.

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segunda-feira, 19 de março de 2007

Evento comemora 15 anos do curso de Comunicação Social


Manuela Prá (3º semestre)



Acadêmicos e professores do curso de Comunicação da Unisul de Tubarão reuniram-se na última sexta-feira (16) para festejar os 15 anos da aprovação do curso no Conselho Universitário.

O evento comemorativo foi realizado no estacionamento do Bloco H, e um dos fundadores do curso, o professor Laudelino Santos Neto, discursou sobre o ensino superior hoje.

A coordenadora do curso, Darlete Cardoso, conta que a comemoração foi uma homenagem dos professores aos alunos. “Teremos outras atividades ao longo desse ano de aniversário, mas não queríamos deixar passar em branco a data em que o curso foi aprovado pelo conselho, então decidimos comemorar com os estudantes e nosso primeiro coordenador, o professor Laudelino”.



Os estudantes e mestres puderam ainda assistir a apresentação do Coral Universitário. Fatias de bolo foram distribuídas aos presentes.

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quarta-feira, 14 de março de 2007

Alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda se apresentam na 4ª Mostra de Trabalhos Científicos

Ioton Neto (1º semestre)


Houve apresentação de coral durante o evento



Na última sexta-feira no Auditório do Cettal, os alunos do último semestre do curso de Comunicação Social apresentaram seus trabalhos científicos.

Os acadêmicos puderam mostrar através das suas monografias o que foi aprendido durante todo o curso. Houve quatro apresentações, sendo duas de acadêmicos de Publicidade e Propaganda e duas de Jornalismo.



Após a apresentação dos trabalhos, a coordenação do curso organizou para todos os acadêmicos do último semestre uma palestra, ministrada pelo professor Fábio José Rauen, para ajudar os acadêmicos na produção de suas monografias.

“Apresentei aos alunos dicas para elaboração das monografias. De uma maneira geral as pessoas acham que elaborar uma monografia é um trabalho muito mais complexo do que de fato é. Então, a nossa proposta é transformar essa atividade que aparentemente é difícil numa atividade simples”, explicou Rauen.

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sexta-feira, 9 de março de 2007

Literatura Pop faz a cabeça dos universitários

Guilherme Simon (2º semestre)

Uma consulta ao Sistema Integrado de Bibliotecas, a fim de descobrir o que mais buscam os universitários em termos de literatura, revela o quão influenciado está o leitor-acadêmico por parte dos meios de comunicação.

Dos trinta títulos mais procurados, O Código da Vinci figura em primeiro lugar, seguido por mais dois romances de Dan Brown, Anjos e Demônios e Fortaleza Digital. Além dessas obras, aparecem ainda outros títulos relacionados ao Código, como, por exemplo, o guia não-autorizado do romance, Revelando o Código Da Vinci.

A hegemonia de Dan Brown entre os mais procurados pelos estudantes, segundo a especialista em Literatura Brasileira Jussara Bittencourt, está associada, além do apelo comercial da obra, a um sentimento de colonização. “O brasileiro está ainda muito ligado ao que vem de fora do país. Falta valorizar o que é feito aqui”.

Não bastassem o estrangeirismo e o apelo pop, a lista também revela um completo esquecimento por parte dos estudantes em relação aos clássicos. Machado de Assis, por exemplo, um dos nomes mais importantes da Literatura Brasileira, não é sequer mencionado.

O coordenador do curso de Letras, Felipe Felisbino, analisa a questão partindo do princípio de que os universitários são carentes de leitura, ao passo que o que lhes resta, justamente por não conhecerem, é seguir os modismos e as listas dos livros mais vendidos.

Felipe Felisbino, entretanto, ressalta que autores clássicos, como o já citado Machado de Assis, utilizam-se de uma “linguagem pragmática”, o que dificulta o acesso a esse tipo de literatura. Segundo ele, é preciso, sobretudo, incentivar os universitários para que eles “descubram” as obras não-populares.

Todavia, em meio aos livros provenientes da onda Brown e a todos os outros que figuram entre os mais procurados, dentre os quais boa parte pertence às categorias de auto-ajuda e de relacionamentos homem x mulher, há também espaço para Clarice Lispector, que aparece com o seu A Legião Estrangeira. Para os mais otimistas, um sinal de que o pop não tomou conta de todas as cabeças.


Lista com os quinze títulos mais procurados:


BROWN, Dan. O código Da Vinci.

BROWN, Dan. Anjos e demônios.

BROWN, Dan. Fortaleza digital.

HUNTER, James C.. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança.

HATOUM, Milton. Dois irmãos.

KEYES, Marian. Sushi.

KEYES, Marian. Casório!?

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola.

CURY, Augusto Jorge. O futuro da humanidade: a saga de um pensador.

PEASE, Allan; PEASE, Barbara. Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?: Uma visão científica (e bem-humorada) de nossas diferenças.

ROWLING, J. K.. Harry Potter e a Ordem da Fênix.

COELHO, Paulo. O Zahir.

PEASE, Allan; PEASE, Barbara. Por que os homens mentem e as mulheres choram?

CURY, Augusto Jorge. Nunca desista de seus sonhos.

LUNN, Martin. Revelando o código Da Vinci.

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

O futuro do profissional da comunicação

Záfia Pottmaier (2º semestre)

Os avanços tecnológicos mudaram a forma de os profissionais atuarem na área da comunicação social, mas os jornalistas e os publicitários ainda não estão sabendo utilizar corretamente esses avanços. O lado positivo é que a tecnologia facilita o acesso das informações de qualquer lugar do mundo.


No entanto, as pessoas estão alienadas pela rapidez. São muitas informações para captar em pouco tempo. As pessoas perdem muito tempo na internet, ficando restritas ao mundo virtual, e esquecem de outras coisas que são importantes, como o contato humano.

Esta foi a abordagem da aula inaugural do Curso de Comunicação Social da Unisul, campus de Tubarão, realizada no último dia 14, no auditório do Cettal, ministrada pelo jornalista e professor Laudelino Sardá, que atualmente é diretor do SIC (Sistema Integrado de Comunicação da Unisul).

“Os jornalistas e os publicitários estão trabalhando muito rápido”, avalia o palestrante. Sardá considera que o trabalho em si não mudou muito desde os anos 80. “Não que este tempo foi ruim, mas tem de haver mudanças para a evolução da comunicação. O profissional tem que se renovar as idéias, criar e construir conhecimento”.

Para o palestrante, os comunicadores têm que defender a sociedade e não se pode ser imparciais. Têm de flagrar os problemas sociais, mas tentando encontrar onde está a “raiz” do problema.

Em vista da atualidade do tema, o diretor do SIC, Laudelino Sardá, e os alunos do curso promoveram um debate sobre os pontos polêmicos da palestra.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Bancas: estado de tensão, satisfação e vitória

Fernando Militão (1º semestre)

Exigido por boa parte das faculdades brasileiras, o trabalho de conclusão de curso (TCC) é, todos os anos, tarefa compulsória para milhares de universitários que atingem a reta final da graduação.

Na Unisul não é diferente. No curso de Comunicação Social – habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda -, ao todo serão 145 alunos apresentando seus trabalhos. Destes, 85 apresentarão projetos experimentais entre os dias 12 e 15 de dezembro. Outros 60 acadêmicos irão apresentar monografias entre os dias 18 e 21.

A energia e o tempo exigidos no projeto costumam ser grandes. Por isso existem desde os alunos que somente visam ao diploma, fazendo um trabalho sem grandes esforços, até os que lançam mão da criatividade, conseguem driblar o estresse típico do período e tornam o TCC um diferencial no disputado mercado de trabalho.

O estresse dos alunos

Quando bem elaborado, um trabalho de conclusão de curso pode fazer toda a diferença em longo prazo. O esforço pode se tornar um diferencial no mercado de trabalho, já que idéias criativas e de baixo custo são exatamente o que as empresas buscam na hora de contratar funcionários ou comprar um projeto.

Para a acadêmica de Jornalismo Jéssica Pereira, esta fase é uma das mais importantes na vida universitária. “Faz cinco meses que estou trabalhando no projeto e na monografia, foi muito difícil encontrar tempo suficiente para conseguir deixar em dia meus trabalhos. A solução encontrada foi dar preferência apenas ao estudo e abrir mão de festas e passeios”, salientou Jéssica, concluindo que vale a pena todo esforço.

A pilha de trabalhos

O trabalho de conclusão de curso é um projeto orientado por um professor no qual o aluno demonstra os conhecimentos adquiridos durante o curso.

Para o professor Cláudio Toldo, o papel do professor orientador é analisar os trabalhos tecnicamente e perceber se este projeto teria condições de enfrentar o mercado de trabalho. Toldo, que faz parte da banca de Projetos Experimentais em Jornal, orientou quatro projetos e será banca em mais nove.

“Nós também passamos muitas dificuldades nesta época. Falta de tempo, muita leitura, muitos compromissos com aulas, diários, correções, provas, compromissos fora da universidade. Não é fácil para alunos e professores, mas é assim que a vida é. Aqui e fora da universidade”, conta Toldo.

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