quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ADJORI realiza jornada de Jornalismo na Unisul

Lilian Demo - 2º semestre



A Associação dos Jornais do Interior, em parceira com o curso de Jornalismo da Unisul, realizou nos dias 19 e 20 a 1ª Jornada Adjori de Jornalismo, no auditório do Cettal, campus universitário de Tubarão. Cerca de 17 pessoas, entre representantes de jornais da região, alunos e ex-alunos participaram do evento.

A 1ª Jornada iniciou com a apresentação do professor Ronaldo Sant’Anna, que falou sobre pesquisa jornalística, produção de pautas regionais e como regionalizar matérias nacionais.

Na manhã de sábado o professor Khaled Salama abordou a internet e como lidar com ela, a diferença entre site e portal, redes sociais e a democratização da informação. Em seguida, a professora Darlete Cardoso, relembrou alguns princípios da redação jornalística e o perfil do profissional.

À tarde, o professor Ildo Silva da Silva debateu questões éticas do jornalismo e assuntos que podem gerar pautas e que muitas vezes não são aproveitados. O professor João Lucas Cardoso encerrou a 1ª Jornada Adjori de Jornalismo, falando sobre diagramação,e depois atendeu individualmente os representantes de cada jornal, tirando dúvidas sobre o assunto.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Adriane da Silva: persistência como mãe e voluntária

Daiana Carvalho - 2º semestre



"Se tem uma coisa que eu faço todos os dias é agradecer por todas as coisas boas e também pelas derrotas, pelos fracassos, porque esses fazem a gente amadurecer e se tornar humano, ver o mundo de outro jeito”, diz Adriane Lemes da Silva, acadêmica do 2º semestre de Jornalismo. Assim, ela encontrou forças para superar os obstáculos que já enfrentou.

Gaúcha de Lagoa Vermelha, Adriane vive em Santa Catarina desde 2003, na cidade de Braço do Norte. Aos 16 anos, viveu a experiência da maternidade e, segundo ela, o fato de repentinamente se ver sozinha e ter que ser pai e mãe ao mesmo tempo lhe ensinou a ser uma pessoa mais madura. “Vi muitos sonhos se perderem, renunciei a muitas coisas, mas foram todos esses obstáculos que me ensinaram a ter responsabilidade e a perceber que o meu filho se tornou tudo para mim, e hoje em dia eu não penso mais só em mim e sim primeiro nele”.

Segundo a futura jornalista, a escolha por morar em Santa Catarina foi devido ao fato de sua mãe precisar de cuidados especiais, como boa parte de sua família reside no estado, isso facilitaria o atendimento. Adriane já cursava Jornalismo no Rio Grande do Sul, mas teve que parar o curso. Só após sete anos voltou a estudar.

Com 25 anos, dedicada e com uma personalidade forte, Adriane se considera um pessoa humilde, é bombeira voluntária no Corpo de Bombeiro de Braço do Norte, onde cumpre uma carga horária de 36 horas semanais, e durante o horário comercial atua como caixa de um posto de combustível.

Para a estudante, apesar da rotina ser muito cansativa e agitada, o que dá força para ela perseverar é a vontade de dar uma vida, um futuro diferente para o filho. “Depois que você tem um filho, a sua vida já não é mais a sua vida, você vai ter que pensar em duas vidas, no que você vai dar para ele”.

Adriane relata que gosta de trabalhar com pessoas, pensou até em cursar Psicologia, porém optou por Jornalismo devido ao sonho que ela tem de escrever um livro falando de sua experiência de vida. “Sou nova ainda, mas já vivi muitas coisas, como gosto de escrever vejo, através do jornalismo, do livro, a oportunidade de contar, mostrar todas as coisas que vivi. O jornalista tem o papel fundamental de apurar as notícias e informar, quero fazer o meu papel, não quero ser a melhor”, complementa ela.

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Projeto integrado promove a conscientização do aluno

Daiana Carvalho e Lilian Demo - 2º semestre



Com o tema “exclusão”, o Projeto Integrado do 2º semestre de 2010, realizado na última sexta-feira, apresentou os trabalhos realizados pelas turmas de Jornalismo (JNL) e Publicidade e Propaganda (PP) do curso de Comunicação Social da Unisul, do campus universitário de Tubarão.

Os trabalhos desenvolvidos pelos alunos demonstraram bastante criatividade e ao mesmo tempo causaram impacto, ao retratar de modo semelhante fatos verídicos da sociedade. Durante a exposição foram exibidos curtas-metragens, fotos, cartazes, interpretações de diversas situações, além da decoração diferenciada do corredor e das salas do bloco H.

Para o estudante do 2º semestre de PP, Oscar Fernandes Vellozo Neto, o projeto permite ao acadêmico uma visão diferenciada do contexto social. “É um assunto o que está aí e a gente não vê, e quando é questionado é que a gente percebe que ele está aí, por todos os lados”.

Segundo a coordenadora do curso de Comunicação Social, Darlete Cardoso, o evento, além de promover a interdisciplinaridade, auxilia na compreensão dos conteúdos abordados em sala de aula. “Trabalha com um tema e foco específico, uma disciplina com relação à outra, em nível de turma, fazendo com que o aprendizado teórico e prático andem juntos”, explica a professora.

“Falar é fácil. Ver e retratar muda o seu modo de pensar”, declara a acadêmica da 6ª fase de JNL, Laís Clemes, ao falar da programação, que neste semestre abordou aspectos relevantes como a importância do voto consciente, bullying, homossexualismo, exclusão midiática, mercado de trabalho, profissões marginalizadas, moradores de ruas, etc.

De acordo com o ponto de vista do professor, Khaled Salama, a criatividade com que os acadêmicos expõem o tema é muito interessante, promove a reflexão. “Nós vivemos em uma sociedade de aparências. Eu estava assistindo os vídeos do quarto semestre e uma faxineira falava que se achava uma profissional de muito sucesso, que sustentou a família. Nos padrões da sociedade ela não tem um carro bonito, uma casa com móveis de última geração, no entanto ela se sente feliz. A importância é justamente essa, mostrar para as pessoas que visitam o evento, a realidade que nós vivemos e fazer com que lá fora elas possam ser portadoras dessa noção que vivemos esse problema”.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Luiz Carlos Prates fará palestra na Unisul

Daiana Carvalho - 2º semestre

O jornalista e comentarista Luiz Carlos Prates, da RBSTV de Santa Catarina, vai falar para alunos, funcionários e professores da Unisul sobre Competência, personalidade e paixão, no dia 16 de novembro. A palestra acontecerá no Espaço Integrado de Artes (Bolha) e será aberta ao público.

A palestra terá início às 19h30min e vai abordar estresse profissional, desânimos existenciais que prejudicam o aprendizado, a criatividade nos negócios, a saúde e o surgimento de doenças psicossomáticas. O objetivo é apresentar ações que ajudem as pessoas a administrar melhor as informações que recebem e a obter sucesso através de suas habilidades, aplicadas ao trabalho e à vida pessoal.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 12, na Associação Empresarial de Tubarão (ACIT) ou através do fone 48 3626 6222. O valor é de R$ 50,00. Colaboradores e alunos da Unisul e associados da ACIT têm direito a desconto de 50%.

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ex-aluno ganha Prêmio Vladimir Herzog

Daiana Carvalho - 2º semestre


Guto Kuerten (arquivo pessoal)

Formado há 10 anos pela Unisul, campus de Tubarão, Guto Kuerten, atualmente jornalista do Diário Catarinense (DC), foi o vencedor da categoria de Fotografia do 32º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, um dos mais antigos e reconhecidos da área, com o material fotográfico “Tortura em Domicílio”.

“Tudo começou quando a gente passou a buscar pautas diferentes. Eu estava mandando fotos do tempo, se estava bom ou ruim. Estava com o carro parado, quando passou uma viatura, parou atrás de uma casa e sairam dois policias, desde ali foram 142 fotos, 12 minutos sem parar...”, relata o profissional sobre a manhã do dia 5 de março de 2010.

A declaração acima é a forma emocionada que o profissional encontrou para descrever o trabalho realizado por ele ao registrar o flagrante de dois policiais agredindo um homem. Segundo eles e uma suposta vítima, se trata de um “tarado” que age no bairro Coqueiros, em Florianópolis, e que costuma assediar pessoas no local há pelo menos dois anos, denúncia já veiculada anteriormente no site do DC.

O editor do DC foi quem inscreveu o trabalho, inicialmente sem o conhecimento de Kuerten. “Não sou muito fã dessa questão de ganhar prêmio. Sexta-feira passada estava em casa e recebi o e-mail, dizendo: ‘Parabéns, você é finalista do prêmio Vladimir Herzog, você deseja que na sua placa seja colocado o nome de guerra ou o nome normal?’. Me empolguei, mandei o e-mail para o meu editor e meu colega me mandou outro dizendo: Cara você é o ganhador e não o finalista, olha o link abaixo’”.

Para o fotojornalista o que mais satisfaz é a credibilidade do prêmio e o reconhecimento por parte da sociedade. “O contato que você tem com o teu leitor, por exemplo, os e-mails que recebi, todo mundo me ligando, esse retorno, esse carinho é a conquista do seu dia-a-dia”.

O prêmio será entregue na próxima segunda-feira, 25, nas dependências do teatro TUCA, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), em São Paulo.

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Por que cursar Jornalismo?

Daiana Carvalho - 2º semestre


Prof. Ronaldo e Samira Pereira (arquivo pessoal)


Em junho deste ano foi publicada a matéria Nova Realidade no Mundo Jornalístico, sobre a não obrigatoriedade de graduação para o jornalista exercer a profissão. Decorrido aproximadamente um mês após a data, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania a nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC 386/09)para restabelecer a obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo.

“Nossa profissão não pode ficar do jeito que está. Vivemos uma situação absurda. Hoje não há critério nenhum para ser jornalista. No Distrito Federal, para ser flanelinha é necessário um registro no Ministério do Trabalho. No caso dos jornalistas, nem isso é preciso”, destacou o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo. Após a apresentação a proposta terá de ser aprovada pelo Plenário em dois turnos, antes de seguir para o Senado.

Para a jornalista Samira Pereira é motivo de orgulho ser integrante da primeira turma da Unisul, campus de Tubarão, a concluir a graduação dentro da nova realidade de mercado. “Mesmo com a não obrigatoriedade continuei estudando e hoje estou aqui, com o diploma nas mãos, pronta para atuar em qualquer veículo de comunicação. Mesmo que estivesse iniciando a faculdade, continuaria cursando, pois sei da importância que tem o diploma e o aprofundamento teórico e prático nas diversas áreas do jornalismo”, enfatiza a jornalista quanto à necessidade de ser uma profissional qualificada.

Segundo a estudante o que a levou a fazer o curso foi o gosto pela comunicação e a influência da irmã que já é formada na área. “Comecei a me interessar pelo curso, saber um pouco mais de cada disciplina, o que era ensinado. Depois de ter esse conhecimento a respeito da faculdade, a escolha pelo Jornalismo foi inevitável. Hoje tenho a certeza que não poderia ter tomado uma decisão mais acertada.”

Para Samira a motivação que a levou a apostar e permanecer no curso foi o fato de ela acreditar que os veículos de comunicação que têm credibilidade e fazem um Jornalismo com responsabilidade continuarão exigindo o diploma. “Só dessa maneira eu tenho certeza que estou apta para trabalhar nos mais diversos segmentos do Jornalismo. Sei que muitas coisas somente a experiência ensina. Porém, também tenho a consciência de que outras tantas nós aprendemos sentados na cadeira da faculdade, ouvindo os professores, prestando atenção em cada detalhe que nos é repassado”.

De acordo com o ponto de vista dela um jornalista sem diploma é como um médico que nunca cursou medicina, um engenheiro que não sabe fazer cálculo, um químico que não sabe que reação acontecerá após misturar diversos produtos. “Se não tivesse cursado a faculdade, não saberia a importância do lead, o porquê responder as seis perguntas básicas, que postura tomar diante de um entrevistado. Tenho certeza que ao procurar um emprego na área, um jornalista formado tem muitos mais pontos do que um que se acha jornalista, mas não é”.

Samira reforça aos que têm o interesse, gosto por Comunicação Social, para que não se desmotivem pelo fato da não obrigatoriedade do diploma. “Tenham certeza, o conhecimento que adquirimos na faculdade jamais será aprendido somente com a experiência. Estudar é preciso, é necessário. Quando entrei na faculdade, assim como muitos estudantes, sonhava em me ver à frente da bancada do Jornal Nacional, porém, depois de estudar quatro anos sei que posso trabalhar em qualquer área do Jornalismo, que estou preparada para isso”.

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Jornalismo, vaga de estágio em Içara

Daiana Carvalho - 2º Semestre

O Portal Içara News seleciona estagiário para atuar a partir de novembro com Jornalismo web e impresso.

O profissional escolhido será responsável pela atualização do site, além de contribuir com conteúdo para o jornal semanal A Cidade.

Salário e horário serão definidos posteriormente. O foco do contratado deverá ser a divulgação do que acontece em Içara, por isso há uma preferência por candidatos à vaga que residam na cidade ou em Criciúma.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail: contatos@icaranews.com.br.

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