por Mariana Alcântara
Alunos dos cursos de Tecnologia em Processos Gerenciais e Tecnologia em Gestão Empresarial da Unisul, unidade de Urussanga, visitaram o Cettal para conhecer o curso de Comunicação Social. Eles foram ao auditório e assistiram a dois vídeos, um sobre a Unisul e outro sobre o curso de Comunicação Social, habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Eles também foram conhecer os laboratórios de Rádio e TV.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Curso de Comunicação Social realiza prova de conhecimentos gerais
por Mariana Alcântara

O Curso de Comunicação Social da Unisul, habilitações em Publicidade e Propaganda e Jornalismo, de Tubarão realizou um simulado sobre conhecimentos gerais e atualidades. A prova, realizada na terça-feira(27/05), deixou os alunos surpresos. Mesmo não sendo obrigatória todos os acadêmicos presentes a realizaram.
Todos os professores elaboraram questões e 30 foram escolhidas por uma comissão composta pela coordenação do curso e Agcom. O objetivo era estimular o aluno à leitura, interpretação e conhecimento da realidade. A coordenadora, Darlete Cardoso, ressaltou a importância dos alunos conhecerem a realidade. “Temos notado que os alunos não lêem, se dispersam e não focam na área que é de interesse deles”, disse Darlete.

Cerca de 230 dos 300 alunos do curso estavam presentes no dia, e todos fizeram a prova. Na hora de divulgar o gabarito houve grande curiosidade dos acadêmicos e discussões entre eles para saber se estavam certos. Quem acertou mais de 51% da prova vai ganhar meio ponto em todas as matérias que está cursando, e quem acertou acima de 71% ganhará um ponto.

O Curso de Comunicação Social da Unisul, habilitações em Publicidade e Propaganda e Jornalismo, de Tubarão realizou um simulado sobre conhecimentos gerais e atualidades. A prova, realizada na terça-feira(27/05), deixou os alunos surpresos. Mesmo não sendo obrigatória todos os acadêmicos presentes a realizaram.
Todos os professores elaboraram questões e 30 foram escolhidas por uma comissão composta pela coordenação do curso e Agcom. O objetivo era estimular o aluno à leitura, interpretação e conhecimento da realidade. A coordenadora, Darlete Cardoso, ressaltou a importância dos alunos conhecerem a realidade. “Temos notado que os alunos não lêem, se dispersam e não focam na área que é de interesse deles”, disse Darlete.

Cerca de 230 dos 300 alunos do curso estavam presentes no dia, e todos fizeram a prova. Na hora de divulgar o gabarito houve grande curiosidade dos acadêmicos e discussões entre eles para saber se estavam certos. Quem acertou mais de 51% da prova vai ganhar meio ponto em todas as matérias que está cursando, e quem acertou acima de 71% ganhará um ponto.
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Intercom 2008 deixa alunos na expectativa
por Mariana Alcântara
O IX Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (Intercom Sul 2008) deixa alunos de Comunicação Social da Unisul na expectativa. Este ano, o evento, organizado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação, será realizado na cidade de Guarapuava (PR), de 29 a 31 de maio. Na ocasião conferências, mini-cursos, debates e apresentação de trabalhos serão feitos.
O tema central do Intercom em 2008 é Mídia, Ecologia e Sociedade. Os trabalhos e debates serão relacionados ao tema, que muda a cada edição. Os alunos que já foram ao evento relatam que a experiência de participar é muito boa. Novas amizades são feitas e há muita troca de informação.
“Fazemos amizades dentro do próprio curso e fora dele, além disso, podemos ver como são colocadas em práticas algumas teorias aprendidas em sala de aula”, disse Lucas Lemos, da quinta fase de Jornalismo.
Para a coordenadora do curso, Darlete Cardoso, toda a interação feita entre acadêmicos e professores de várias universidades faz com que os alunos fiquem mais críticos e quando voltam cobram mais do professor, porém, ela gostaria que mais alunos inscrevessem trabalhos para apresentar no congresso.
“Falta iniciativa tanto do aluno para se inscrever quanto dos professores que não cobram que seus alunos façam mais projetos”, reforça Darlete.
Participantes de primeira viagem ficam na expectativa por seus colegas já terem elogiado o evento. “Quero poder sair de lá com mais conteúdo e conhecimento, além das festas que acontecem por lá", falou Rafaela Pereira, aluna da quinta fase de Jornalismo, que vai ao Intercom pela primeira vez”.
Alguns estudantes que foram para o evento não conseguiram se concentrar no estudo por causa da bagunça. Eles reclamam que os colegas acham que a viagem é de passeio. “Tentei ir para estudar além de curtir, não deu. Ninguém respeita quem quer dormir, fica pesado, cansativo e depois não tem rendimento”, desabafou Manuela Prá.
O IX Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (Intercom Sul 2008) deixa alunos de Comunicação Social da Unisul na expectativa. Este ano, o evento, organizado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação, será realizado na cidade de Guarapuava (PR), de 29 a 31 de maio. Na ocasião conferências, mini-cursos, debates e apresentação de trabalhos serão feitos.
O tema central do Intercom em 2008 é Mídia, Ecologia e Sociedade. Os trabalhos e debates serão relacionados ao tema, que muda a cada edição. Os alunos que já foram ao evento relatam que a experiência de participar é muito boa. Novas amizades são feitas e há muita troca de informação.
“Fazemos amizades dentro do próprio curso e fora dele, além disso, podemos ver como são colocadas em práticas algumas teorias aprendidas em sala de aula”, disse Lucas Lemos, da quinta fase de Jornalismo.
Para a coordenadora do curso, Darlete Cardoso, toda a interação feita entre acadêmicos e professores de várias universidades faz com que os alunos fiquem mais críticos e quando voltam cobram mais do professor, porém, ela gostaria que mais alunos inscrevessem trabalhos para apresentar no congresso.
“Falta iniciativa tanto do aluno para se inscrever quanto dos professores que não cobram que seus alunos façam mais projetos”, reforça Darlete.
Participantes de primeira viagem ficam na expectativa por seus colegas já terem elogiado o evento. “Quero poder sair de lá com mais conteúdo e conhecimento, além das festas que acontecem por lá", falou Rafaela Pereira, aluna da quinta fase de Jornalismo, que vai ao Intercom pela primeira vez”.
Alguns estudantes que foram para o evento não conseguiram se concentrar no estudo por causa da bagunça. Eles reclamam que os colegas acham que a viagem é de passeio. “Tentei ir para estudar além de curtir, não deu. Ninguém respeita quem quer dormir, fica pesado, cansativo e depois não tem rendimento”, desabafou Manuela Prá.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Internet: ajuda ou atrapalha a aula?
por Mariana Alcântara
Por mais que os técnicos de computação de escolas e universidades tentem bloquear, não adianta, o alunos sempre dão um jeito de usar o MSN e o Orkut durante aulas em laboratório de computação. Estas aulas, auxiliadas por computadores, são feitas para aumentar a interatividade dos alunos e formas de pesquisar, mas acabam sendo confundidas com um espaço para ficar navegando na Internet.
Alguns alunos conseguem escapar da “tentação” de dar uma olhadinha no MSN, mas muitos deles admitem que se bate-papos e sites como o Orkut fossem realmente bloqueados, prestariam mais a atenção nas aulas. Segundo Manuela Prá, estudante de jornalismo, muitos alunos ainda não estão preparados para lidar com isso porque deixam a aula de lado, e os professores não sabem lidar com a capacidade dos alunos de fazer as coisas ao mesmo tempo.
“Gosto de pessoas mais do que monitores, mas às vezes é inevitável trocar uma fala monótona por algum “bafão” no MSN”, admitiu a estudante.
Estudiosos estão oferecendo uma solução, como Cybele Meyer, que diz que professores tem que aproveitar estas ferramentas da internet para se aproximar mais dos alunos. “Através das comunidades que os alunos se associam, dos textos compartilhados, das fotos, vídeos, gifs e tudo o mais que o Orkut permite, o professor tem atributos para conhecer o perfil do seu aluno podendo, caso necessário, orientá-lo, informá-lo sobre as conseqüências de determinadas atitudes, sobre os perigos que certas comunidades oferecem”, declarou Cybele.
Muitas universidades estão utilizando a internet para formar acadêmicos através do ambiente virtual. Ele dá oportunidade para estudantes de cidades que não tem universidade e é mais barato. Ferramentas que existem no Orkut e MSN, como fóruns, sala de bate papo, recados e mural de exposição, vídeos e fotos, dão a interatividade necessária aos alunos. Embora existam muitas controvérsias sobre esta educação à distância, é uma forma de aprender a usar estes recursos para os alunos se envolverem com o aprendizado.
Por mais que os técnicos de computação de escolas e universidades tentem bloquear, não adianta, o alunos sempre dão um jeito de usar o MSN e o Orkut durante aulas em laboratório de computação. Estas aulas, auxiliadas por computadores, são feitas para aumentar a interatividade dos alunos e formas de pesquisar, mas acabam sendo confundidas com um espaço para ficar navegando na Internet.
Alguns alunos conseguem escapar da “tentação” de dar uma olhadinha no MSN, mas muitos deles admitem que se bate-papos e sites como o Orkut fossem realmente bloqueados, prestariam mais a atenção nas aulas. Segundo Manuela Prá, estudante de jornalismo, muitos alunos ainda não estão preparados para lidar com isso porque deixam a aula de lado, e os professores não sabem lidar com a capacidade dos alunos de fazer as coisas ao mesmo tempo.
“Gosto de pessoas mais do que monitores, mas às vezes é inevitável trocar uma fala monótona por algum “bafão” no MSN”, admitiu a estudante.
Estudiosos estão oferecendo uma solução, como Cybele Meyer, que diz que professores tem que aproveitar estas ferramentas da internet para se aproximar mais dos alunos. “Através das comunidades que os alunos se associam, dos textos compartilhados, das fotos, vídeos, gifs e tudo o mais que o Orkut permite, o professor tem atributos para conhecer o perfil do seu aluno podendo, caso necessário, orientá-lo, informá-lo sobre as conseqüências de determinadas atitudes, sobre os perigos que certas comunidades oferecem”, declarou Cybele.
Muitas universidades estão utilizando a internet para formar acadêmicos através do ambiente virtual. Ele dá oportunidade para estudantes de cidades que não tem universidade e é mais barato. Ferramentas que existem no Orkut e MSN, como fóruns, sala de bate papo, recados e mural de exposição, vídeos e fotos, dão a interatividade necessária aos alunos. Embora existam muitas controvérsias sobre esta educação à distância, é uma forma de aprender a usar estes recursos para os alunos se envolverem com o aprendizado.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Roberto Costa, da Propague, profere Aula Magna
Agcom
Roberto da Luz Costa, presidente da Agência Propague, proferiu Aula Magna para os alunos de Comunicação Social da Unisul de Tubarão nesta segunda-feira. Ele falou sobre os 45 anos da agência e sua experiência no mercado publicitário neste período.

A agência foi fundada em 1963 pelos radialistas Antunes Severo e Rozendo Lima. “O Antunes era muito profissional e logo desenvolveu uma agência estruturada de forma a poder fazer não só comerciais de rádio, mas também anúncios para jornais e outdoors. Assim, nasceu a primeira agência profissional de Santa Catarina, que, além da publicidade, se envolvia com promoções", lembra.
Costa entrou na agência de forma inusitada. Em 72, então dono do Escrache Bar, foi convidado pelo diretor de criação da época, Emílio Cerri Neto, a compor o time da Propague. O bar, underground para a época, era freqüentado por universitários, intelectuais, artistas, e ficava numa rua perto da Propague, servindo também para o happy hour dos publicitários. “O Emílio estava dirigindo a agência naquele momento, pois o Antunes tinha viajado, e me convidou para trabalhar com ele. O Emílio era um diretor de criação arrojado e decidiu reformular a agência na ausência do dono. Embora não fosse publicitário, o cara me achava muito criativo, um dono de bar diferente, com cabelos compridos", conta.
Quando Antunes voltou de viagem, demitiu todos os novos funcionários, inclusive Roberto Costa, mas, em seguida, quando ainda estava na porta da agência, lhe deu a chance de integrar a equipe de atendimento.
Pela Propague de Antunes e Rozendo, Costa, iria trabalhar ainda em Blumenau, na década de 1970. No fim daquela década, Antunes Severo vendeu sua parte na agência para os seus três principais diretores da época: Roberto Costa, George Alberto Peixoto e Pedro Carlos Martins. Em 1981, Costa comprou as outras duas partes.
Sediada somente em Florianópolis, a agência atende marcas locais, estaduais e nacionais, como a Bunge Alimentos, Portobello, Tractebel Energia, Eletrosul, revista Toque de Bola, Shopping Neumarket e Pegamil. Na Propague Promo, são atendidas a Claro Digital, Unisul, Rede Vita e Souza Cruz.
Roberto Costa também mostrou peças produzidas pela agência.
Roberto da Luz Costa, presidente da Agência Propague, proferiu Aula Magna para os alunos de Comunicação Social da Unisul de Tubarão nesta segunda-feira. Ele falou sobre os 45 anos da agência e sua experiência no mercado publicitário neste período.

A agência foi fundada em 1963 pelos radialistas Antunes Severo e Rozendo Lima. “O Antunes era muito profissional e logo desenvolveu uma agência estruturada de forma a poder fazer não só comerciais de rádio, mas também anúncios para jornais e outdoors. Assim, nasceu a primeira agência profissional de Santa Catarina, que, além da publicidade, se envolvia com promoções", lembra.
Costa entrou na agência de forma inusitada. Em 72, então dono do Escrache Bar, foi convidado pelo diretor de criação da época, Emílio Cerri Neto, a compor o time da Propague. O bar, underground para a época, era freqüentado por universitários, intelectuais, artistas, e ficava numa rua perto da Propague, servindo também para o happy hour dos publicitários. “O Emílio estava dirigindo a agência naquele momento, pois o Antunes tinha viajado, e me convidou para trabalhar com ele. O Emílio era um diretor de criação arrojado e decidiu reformular a agência na ausência do dono. Embora não fosse publicitário, o cara me achava muito criativo, um dono de bar diferente, com cabelos compridos", conta.
Quando Antunes voltou de viagem, demitiu todos os novos funcionários, inclusive Roberto Costa, mas, em seguida, quando ainda estava na porta da agência, lhe deu a chance de integrar a equipe de atendimento.
Pela Propague de Antunes e Rozendo, Costa, iria trabalhar ainda em Blumenau, na década de 1970. No fim daquela década, Antunes Severo vendeu sua parte na agência para os seus três principais diretores da época: Roberto Costa, George Alberto Peixoto e Pedro Carlos Martins. Em 1981, Costa comprou as outras duas partes.
Sediada somente em Florianópolis, a agência atende marcas locais, estaduais e nacionais, como a Bunge Alimentos, Portobello, Tractebel Energia, Eletrosul, revista Toque de Bola, Shopping Neumarket e Pegamil. Na Propague Promo, são atendidas a Claro Digital, Unisul, Rede Vita e Souza Cruz.
Roberto Costa também mostrou peças produzidas pela agência.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Aula Magna com Cláudio Thomas
Thiago Oliveira (3º semeste)

Os estudantes de Comunicação Social tiveram nesta terça-feira (22) a Aula Magna com o jornalista e editor-chefe do Diário Catarinense Cláudio Thomas.
Thomas, que além do DC, coordena o Diario.com e o jornal popular Hora de Santa Catarina, falou sobre a rotina do editor-chefe, do fechamento das edições, e sobre como é liderar uma equipe de quase 150 pessoas em todo o estado.
Para ele, o jornal e a internet devem trabalhar juntos, complementando-se. Ele exemplificou citando as duas versões do DC, a impressa e a online. As notícias factuais devem ser colocadas no site, sendo atualizadas a todo instante, enquanto no jornal impresso deve ser feita uma análise maior, com números, dados, estatísticas. Tudo deve ser o mais completo possível. Para ele, o jornal deve partir para o jornalismo de antecipação.
Thomas também falou sobre o processo de contratação de novos jornalistas e sobre a questão do estágio nos meios de comunicação. Para ele, a proibição do estágio no jornalismo é um prejuízo, já que é muito importante que os alunos adquiram experiência. Thomas enfatizou que o estágio deveria ser permitido, desde que com cuidados, para que não haja exploração de mão-de-obra, como acontecia antigamente.
A seleção de jornalistas nos veículos do grupo RBS passa primeiro por testes no RH. Só depois que os candidatos conseguem entrevista na redação.

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Diário Catarinense
terça-feira, 22 de abril de 2008
Acadêmicos participam do programa Fala Jovem
Emanuelle Querino (3º semestre)

O programa Fala Jovem, da TV Assembléia, foi gravado na quinta-feira, 17, no auditório do Cettal da Unisul-TB. Os alunos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda – puderam fazer perguntas aos deputados estaduais Décio Góes (PT) e Joares Ponticelli (PP), e expressar suas opiniões sobre o tema do programa: “O jovem e a política”, além de outros assuntos, como programas federais, projetos para a juventude, cartões corporativos, salários dos deputados e descrédito dos políticos perante a sociedade.
Participaria também do programa o deputado Genésio Goulart (PMDB), que não compareceu à gravação porque estava em Laguna e não chegaria a tempo para a gravação. O programa foi exibido domingo, 20, às 12h30min, na TV Assembléia (TVAL), nos canais 16 da Net e 23 da TVA.

O Fala Jovem, esse ano, foi reformulado, saindo da capital e chegando ao interior do estado. “A assembléia está com a postura de aproximar o cidadão dos debates. Esta é uma experiência nova para a universidade e para a assembléia. Eu acho que isso aproxima o jovem da política, o jovem tem espaço, tem canais de participação e dessa forma a gente populariza o parlamento, que é a nossa grande missão”, declara Décio Góes.
Segunda a apresentadora do Fala Jovem, Maria Helena, o programa pretende “abrir o poder legislativo e, acima de tudo, através desse instrumento que é a televisão, incentivar o jovem para a participação política. “Está na hora de surgirem novas lideranças, por que o que acontece com a democracia se não houver a renovação? O resultado do programa é fantástico, pois os participantes levam os temas para a sala de aula e depois do programa a discussão continua”.

O projeto Fala Jovem surgiu como uma parceria entre a Escola Legislativa, presidida por Joares Ponticelli, e a TV Assembléia (TVAL). O programa existe desde 2007, mas não era itinerante. “Se os jovens têm dificuldade de ir até Florianópolis, nós vamos até o interior do estado”, explica Maria Helena, apresentadora do programa.
“Criamos o programa por sentir a distância do jovem com o político e com a política como um todo. Essa é uma oportunidade de colocar o político frente a frente com os estudantes, falar sobre tabus, questionar aquilo que eles têm dúvidas e que ouvem falar às vezes de foram equivocada. É a oportunidade de tirar o véu que distancia o político do jovem e motivá-lo a participar bastante”, relata Ponticelli.

O programa foi animado pela banda Viola Roots, que está junta há quatro anos e agora em maio lançará o CD "O som que vem da praia". A banda é formada por amigos da praia do Rincão, David (percussão), Fernando (teclado), Humberto Viana (guitarra solo), Alessandro (guitarra-baixo), Leandro (contra-baixo), Jaqueline (back-vocal), Léo (bateria) e Rafael (vocal e violão).

O programa Fala Jovem, da TV Assembléia, foi gravado na quinta-feira, 17, no auditório do Cettal da Unisul-TB. Os alunos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda – puderam fazer perguntas aos deputados estaduais Décio Góes (PT) e Joares Ponticelli (PP), e expressar suas opiniões sobre o tema do programa: “O jovem e a política”, além de outros assuntos, como programas federais, projetos para a juventude, cartões corporativos, salários dos deputados e descrédito dos políticos perante a sociedade.
Participaria também do programa o deputado Genésio Goulart (PMDB), que não compareceu à gravação porque estava em Laguna e não chegaria a tempo para a gravação. O programa foi exibido domingo, 20, às 12h30min, na TV Assembléia (TVAL), nos canais 16 da Net e 23 da TVA.

O Fala Jovem, esse ano, foi reformulado, saindo da capital e chegando ao interior do estado. “A assembléia está com a postura de aproximar o cidadão dos debates. Esta é uma experiência nova para a universidade e para a assembléia. Eu acho que isso aproxima o jovem da política, o jovem tem espaço, tem canais de participação e dessa forma a gente populariza o parlamento, que é a nossa grande missão”, declara Décio Góes.
Segunda a apresentadora do Fala Jovem, Maria Helena, o programa pretende “abrir o poder legislativo e, acima de tudo, através desse instrumento que é a televisão, incentivar o jovem para a participação política. “Está na hora de surgirem novas lideranças, por que o que acontece com a democracia se não houver a renovação? O resultado do programa é fantástico, pois os participantes levam os temas para a sala de aula e depois do programa a discussão continua”.

O projeto Fala Jovem surgiu como uma parceria entre a Escola Legislativa, presidida por Joares Ponticelli, e a TV Assembléia (TVAL). O programa existe desde 2007, mas não era itinerante. “Se os jovens têm dificuldade de ir até Florianópolis, nós vamos até o interior do estado”, explica Maria Helena, apresentadora do programa.
“Criamos o programa por sentir a distância do jovem com o político e com a política como um todo. Essa é uma oportunidade de colocar o político frente a frente com os estudantes, falar sobre tabus, questionar aquilo que eles têm dúvidas e que ouvem falar às vezes de foram equivocada. É a oportunidade de tirar o véu que distancia o político do jovem e motivá-lo a participar bastante”, relata Ponticelli.

O programa foi animado pela banda Viola Roots, que está junta há quatro anos e agora em maio lançará o CD "O som que vem da praia". A banda é formada por amigos da praia do Rincão, David (percussão), Fernando (teclado), Humberto Viana (guitarra solo), Alessandro (guitarra-baixo), Leandro (contra-baixo), Jaqueline (back-vocal), Léo (bateria) e Rafael (vocal e violão).
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